Floripa na Foto.

Recentemente estive em Floripa participando do 2º Floripa na Foto, um festival bem diferente, um tanto alternativo, mas muito valioso. Foram 3 dias de crescimento, aprendizado e novas ideias.

Conheci pessoalmente dois colegas, quase amigos, digamos assim. Duas pessoas contidas de alma, paz, luta e uma humildade de poucos. Rogério Ferrari e Cláudio Feijó. Foram dois workshops que me ajudaram a dar uma nova direção nos meus caminhos. Não só na fotografia, mas na vida também, ou melhor, a minha fotografia nada mais é do que minha vida, minhas experiências, as coisas que vejo, que sinto, que já vi e que procuro passar nas minhas fotos.

Abaixo segue uma parte do texto de Otto Lara Resende, fantástico.
…”Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio”…
Otto Lara Resende Texto publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992. Ver Texto completo, clique aqui.
Participar destes momentos, nos fazem não só um profissional melhor, mas um pessoa melhor.

E lembrem-se, procurem ver as coisas pela primeira vez.

Abraço. Luz!

Foto da colega Luanda Casagrande. 

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